
O jamaicano Usain Bolt ultrapassou novamente os limites do homem, estabeleceu o novo recorde mundial dos 100 m e conquistou um grande título que lhe faltava: o Campeonato Mundial de atletismo. Neste domingo, Bolt estabeleceu o novo limite com a marca de 9s58, baixando em 0s11 a marca anterior que havia sido estabelecida há exatamente um ano pelo próprio jamaicano na final olímpica.
O velocista da América Central, de quebra, ainda ganhou mais uma batalha com o norte-americano Tyson Gay, que fora o último campeão mundial em Osaka-2007. O agora ex-campeão teve de se contentar com a medalha de prata com 9s71. O pódio foi completado pelo jamaicano Asafa Powell. Na semifinal, Bolt já havia dado sinais que poderia derrubar a marca. Com sobras, ele diminuiu a velocidade nos últimos 20 m e, mesmo assim, fez 9s89, a 0s20 do antigo recorde.
Pouco mais de duas horas depois, o jamaicano conseguiu o que todos queriam: vitória com novo recorde mundial. Ele é apenas o segundo a alcançar tal feito em um Mundial. O único que havia conseguido esta dobradinha nos 100 m rasos fora o norte-americano Carl Lewis, que fez 9s86 em Tóquio-1991. Quatro anos antes, o canadense Ben Johnson também bateu o recorde mundial, mas a marca foi anulada com o caso de doping do atleta.
Agora, Bolt tenta igualar outro feito de Lewis: vencer os 100 m, 200 m e o revezamento 4 x 100 m rasos na mesma edição do Mundial. Além do ícone norte-americano, o outro atleta que obteve esta tripla conquista em um evento deste porte foi justamente Tyson Gay, derrotado pelo jamaicano neste domingo. As eliminatórias dos 200 m rasos começam nesta terça-feira, às 5h05 (horário de Brasília), e a prova pode ter um novo encontro entre Gay e Bolt. O revezamento 4 x 100 m rasos só inicia as eliminatórias na sexta-feira. A vitória ainda estabeleceu outro marco para Bolt e o atletismo jamaicano. Esta foi a primeira medalha de ouro do país em uma prova masculina de velocidade no Mundial. Até então, o único triunfo de um jamaicano fora em Helsinque-1983 com Bert Cameron, nos 400 m rasos, que não é considerada uma prova de velocidade pelos especialistas.
O velocista da América Central, de quebra, ainda ganhou mais uma batalha com o norte-americano Tyson Gay, que fora o último campeão mundial em Osaka-2007. O agora ex-campeão teve de se contentar com a medalha de prata com 9s71. O pódio foi completado pelo jamaicano Asafa Powell. Na semifinal, Bolt já havia dado sinais que poderia derrubar a marca. Com sobras, ele diminuiu a velocidade nos últimos 20 m e, mesmo assim, fez 9s89, a 0s20 do antigo recorde.
Pouco mais de duas horas depois, o jamaicano conseguiu o que todos queriam: vitória com novo recorde mundial. Ele é apenas o segundo a alcançar tal feito em um Mundial. O único que havia conseguido esta dobradinha nos 100 m rasos fora o norte-americano Carl Lewis, que fez 9s86 em Tóquio-1991. Quatro anos antes, o canadense Ben Johnson também bateu o recorde mundial, mas a marca foi anulada com o caso de doping do atleta.
Agora, Bolt tenta igualar outro feito de Lewis: vencer os 100 m, 200 m e o revezamento 4 x 100 m rasos na mesma edição do Mundial. Além do ícone norte-americano, o outro atleta que obteve esta tripla conquista em um evento deste porte foi justamente Tyson Gay, derrotado pelo jamaicano neste domingo. As eliminatórias dos 200 m rasos começam nesta terça-feira, às 5h05 (horário de Brasília), e a prova pode ter um novo encontro entre Gay e Bolt. O revezamento 4 x 100 m rasos só inicia as eliminatórias na sexta-feira. A vitória ainda estabeleceu outro marco para Bolt e o atletismo jamaicano. Esta foi a primeira medalha de ouro do país em uma prova masculina de velocidade no Mundial. Até então, o único triunfo de um jamaicano fora em Helsinque-1983 com Bert Cameron, nos 400 m rasos, que não é considerada uma prova de velocidade pelos especialistas.
Nenhum comentário:
Postar um comentário